16/03323Por Miguel Lucas em Saúde e Bem-Estar
Você consegue lembrar-se da última vez que teve um desequilíbrio emocional, em
que as crenças em si próprio e as suas capacidades se escapuliram? Como é que
conseguimos manter as crenças que temos em nós de forma a vivermos menos
ansiosos e com mais alegria?Imagine as coisas que conseguiríamos realizar se
tivéssemos a crença que éramos capazes de nos propor a fazer qualquer coisa
(dentro dos limites do aceitável) para atingir os nossos sonhos e objectivos,
especialmente se conseguíssemos manter um nível de autoestima que não fosse
abalado perante nenhuma circunstância. O que é que você faria?
A
autoestima surge da auto-imagem positiva que temos de nós, é algo que de forma
pro-activa construímos. A autoestima não se constrói na passividade, nem quando
pensamos que vem dos acontecimentos exteriores, a autoestima desenvolve-se no
mundo real. O que se pretende é uma construção sólida, e isto só é possível a
partir do nosso interior.
Citação: “Pessoas com elevada autoestima são as mais
desejadas e, as pessoas desejadas em sociedade.” – Brian Tracy
Durante
as nossas rotinas diárias, a mente é especializada em procurar todo o tipos de
coisas ou situações que fizemos mal, e certificar-se que estamos conscientes
disso. Com esta força e tendência contra-produtiva que a nossa mente tem,
beneficiaremos muito em regularmente trabalharmos no sentido de construir a
nossa própria imagem. É comummente aceite que a forma como nos vemos a nós
próprios afeta directamente tudo aquilo que fazemos. Pessoas com a autoestima
elevada, promovem a capacidade para serem felizes, aumentam o seu bem-estar e
consequentemente a produtividade nas suas vidas.
UMA HISTÓRIA FAMILIAR A MUITOS DE NÓS
Provavelmente você já passou ou está a
passar por uma situação da sua vida em que se sente sobrecarregado, dia após
dia as coisas vão-se acumulando (as que tem para fazer e o sentimento de
responsabilidade daquelas que deixou por fazer), chegando a um ponto em que
vê-se forçado a abrandar. Deixa de fazer algumas das tarefas habituais, adia um
prazo de entrega de algo, falta a alguns compromissos. Vai-se instalando um
sentimento de decepção, pode até chegar a desenvolver sentimento de culpa.
O stress faz-se sentir e o desânimo aumenta. No entanto, você levanta-se de
manhã com a intenção de fazer nesse dia o que deixou por fazer no dia anterior,
mas verificando a dura realidade que não conseguiu cumprir com as expetativas.
Você começa a cair num ciclo vicioso de
acumulação de trabalho, tendo a percepção de que necessita dar um empurrão nos
seus compromissos e obrigações. A sensação de incapacidade, de aperto e desespero
vai aumentando, prejudicando e diminuindo a sua autoestima. Em consequência do
sentimento de alarme que foi accionado ao seu ego, o impulso é grande para
a construção de justificações e desculpas sobre o problema instalado. No
entanto, para aquele que tem um sentimento de falha, um sentimento de culpa e de incapacidade, outros sentimentos
vão-se instalando, crescendo e minando a confiança em si mesmo. A probabilidade
de cair no ciclo da procrastinação é grande, e este vício é um ótimo
combustível para queimar a sua autoestima. Você criou um estado mental propício
à auto-crítica, auto-avaliações negativas e descrença nas suas capacidades,
aptidões e habilidades. Criou um estado mental auto-depreciativo, que é um
misto de lamuria, descrença e auto-imagem negativa.
Outras histórias exemplificavas poderiam
ser abordadas, histórias de traumas, de abusos, de precariedade de vida, de
humilhação, de stress psicológico, depressão, problemas
agudos deansiedade. Os casos
e situações serão certamente muito diversificados dependendo da pessoa. De
qualquer forma, independentemente das circunstâncias, os processos
desencadeados e as incapacidades geradas são muitos semelhantes.
ENQUADRAMENTO
VAMOS OLHAR COM ATENÇÃO:
§ Autoestima
= O quanto gostamos de nós mesmos
§ O
quanto gostamos de nós mesmos = Nível de auto-domínio
O que é o domínio de si mesmo? É a
habilidade que temos para nos conduzirmos a realmente fazer, o
que queremos fazer, por outras palavras, tem a ver com a nossa auto-confiança e auto-disciplina. Uma
pessoa que tem domínio sobre si mesmo, tem auto-integridade e capacidade para
manter-se fiel às suas palavras e compromissos. Cada vez que deixamos de ouvir
a nossa voz interior, e não agimos de acordo com algo que nós
precisamos, ficamos susceptíveis a perdermos a confiança em nós
mesmos e nas nossas habilidades. Esta falta de auto-fé, vai
aumentando numa espiral descendente à medida que queremos realizar mais
compromissos e objetivos.
DESCRIÇÕES
DE UMA BAIXA AUTOESTIMA:
§ Você
pensa excessivamente sobre si mesmo, e analisa porque razão você é do jeito que
é.
§ Você
tem medo da adversidade, o que lhe provoca uma enorme angustia. Você pode
ser alienado em relação e em oposição aos seus pais, cuidadores e figuras
de autoridade em geral.
§ Você
não sorri facilmente. Você pode ter uma visão negativa, desesperançada de si
mesmo, da sua família e sociedade.
§
Você sente-se muito cansado. Você pode estar relutante ou
incapazes de definir e alcançar os seus objetivos.
§ Você
fica com você mesmo. Você prefere ficar sozinho do que conhecer novas pessoas e
estar com os outros.
§ Você
afasta as pessoas. Você tem dificuldade em fazer e manter amigos.
§ Você
evita olhar nos olhos dos outros. Você tem dificuldade com a confiança
verdadeira , intimidade e afeto.
§ Você
recusa-se a assumir riscos. Você sente-se carente e pode ter uma tendência a
apegar-se à falsa independência.
§ Você
pode criar efeitos e situações negativas. E em casos extremos, pode ser
anti-social e talvez violento.
§ Coisas
que outros não podem observar incluem: Você fala para si mesmo de forma
negativa, você não diz a verdade e/ou nem mantém a sua palavra, você não
perdoa a si mesmo ou aos outros. Você pode não ter empatia, compaixão e
remorso.
Aumentar a autoestima implica algumas
mudanças de comportamento. O comportamento vai mudando com a prática e a
intenção. A autoestima é uma realização, um processo que energiza e lhe dá motivação. Não é algo que nós temos, mas
desenvolve-se com a experiência das coisas que fazemos. A autoestima é a
experiência de ser capaz de enfrentar os desafios e promover a felicidade.
COMO TRABALHAR A AUTOESTIMA
A maioria de nós está familiarizado com o
conceito de impulso e/ou dinâmica. Quando fazemos algo bem,
independentemente de quão pequena a tarefa seja, vamos construir energia
positiva e a dinâmica necessária, que tendencialmente poderá
alimentar e energizar outras tarefas da nossa lista. Por exemplo, se você tiver acabado de
lavar todos os pratos, cortado a relva à frente da sua casa e ajudado os
filhos a fazer os trabalhos de casa, será mais fácil para você,
psicologicamente, transitar rapidamente para outra situação ou
assunto e completar a tarefa seguinte. Você terá construído o impulso
necessário para terminar as coisas. Isto acontece porque você está animado de
energia, a qual utiliza na tarefa seguinte, impulsionado pelo sucesso gerado na
execução da tarefa anterior. Por outro lado, quando adiamos o que queremos
fazer ou sabemos que devemos fazer, perdemos a força, e o mais grave de
tudo é que perdemos a confiança em nós mesmos.
Uma
forma de melhor entendermos estas questões pode ser através de um exercício
mental. Imagine que você tinha um assistente pessoal na sua vida. Que você lhe
vai pedindo para executar algumas tarefas específicas, à medida que ele as for
executando de forma correta e acertada, mais segurança você vai ter nele, mais
confiante vai ficando nas suas capacidades e prontidão. Aos poucos, vai
atribuindo tarefas mais importantes à medida que a confiança é
reforçada. Você desenvolve um profundo sentido de confiança nessa pessoa e na
sua responsabilidade perante as tarefas atribuídas. Você confia nele.
Inversamente,
se o seu assistente pessoal adia-se aquilo que lhe pedia para fazer, com
prejuízo para si, certamente iria perder a fé nas suas capacidades para seguir
adiante. Você deixaria de confiar nele. Consequentemente deixaria de lhe
atribuir algumas das tarefas consideradas importantes, e provavelmente iria
ponderar o seu despedimento.
Agora, pense em si
mesmo como sendo o seu próprio assistente. Quanto mais se apoiar
através de acções, mais segurança e confiança irá estabelecer em si mesmo. Irá
então, ganhar mais confiançana sua
capacidade de assumir e executar mais tarefas. As pequenas vitórias de nós
mesmos, afetam diretamente o quanto gostamos de nós mesmos. Cada vez que
conseguimos concretizar, realizar e seguir em frente, essa experiência
torna-se num bloco sólido de auto-confiança, promovendo a
construção de uma imagem mais positiva de nós.
DICAS PARA MELHORAR A AUTOESTIMA:
Para construir a sua autoestima, você
deve estabelecer-se como o mestre da sua própria vida. Cada minuto da sua vida
é um momento que pode utilizar para fazer coisas para se melhorar. Se você
andou a adiar alguma tarefa ou acção durante grande parte do seu dia, não se
martirize ou penalize por isso, mude o seu foco para o momento presente e o que você pode fazer. Comece com a
menor coisa que acha que consegue fazer face à tarefa mais
importante.
APRESENTO A SEGUIR ALGUMAS DICAS QUE LHE PERMITIRÃO PROMOVER O
IMPULSO ASCENDENTE PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA MELHOR AUTOESTIMA:
COMECE COM PASSOS PEQUENOS
Comece
com algo que você pode fazer imediatamente e facilmente. Quando começamos com
pequenos êxitos, construímos o impulso para ganhar mais confiança nas nossas
capacidades. Cada tarefa completada, independentemente de quão pequena seja, é
um passo importante na construção da sua confiança. Que pequenas ações você consegue
fazer imediatamente, para demonstrar que é capaz de atingir as metas que
estabeleceu para si mesmo? Por exemplo, limpe a sua mesa, organize
os seus papéis, pague as suas contas, faça uma caminhada ou elabore a
lista de compras.
CRIE UMA VISÃO CONVINCENTE
Use o
poder da sua imaginação. Crie uma imagem de si mesmo como sendo
uma pessoa confiante em que você aspira tornar-se. Quando você é
essa pessoa, como você se sente? Como os outros o percebem? Qual é a linguagem
corporal que utiliza? Como é que você fala? Imagine
isso claramente na sua mente, com os olhos fechados. Sinta as coisas,
sentimentos, a experiência de ser e de ver do ponto de vista dessa pessoa. Este
é um exercício muito utilizado por atletas para aumentarem os seus níveis de confiança.
No fundo é uma ferramenta que todos temos ao nosso dispor: a capacidade de
simular (imaginar) cenários que queremos que aconteçam. Pratique com
regularidade. Coloque uma música de fundo que o relaxe ou que o
energize. Quando você terminar, memorize esse estado, as sensações e atitudes
que teve e o quão capacitantes e energizantes são.
SOCIALIZE
Saia da
casa, convide um amigo para um almoço. A convivência com os
outros dará oportunidades de estabelecer contacto com outras pessoas, e
praticar uma comunicação efetiva e relacionamento interpessoal.
FAÇA ALGO ARROJADO
Como acontece com todas as habilidades,
ficamos melhor à medida que vamos repetindo e praticando. Quanto mais vezes se
propuser a fazer algumas das coisas que o assustam, ou sente dificuldade,
menos assustador estas situações parecem e, mais preparado se irá sentir para
as enfrentar e/ou realizar. O simples facto de se propor a
enfrentar algumas coisas ou situações em que se sente menos capaz ou mais
incomodado, permitir-lhe-á desconfirmar a sua incapacidade. Provavelmente irá verificar que o
receio era infundado, ou mesmo que exista justificação para esse medo, que tem
igualmente a capacidade de o enfrentar e ser bem sucedido.
FAÇA ALGO NAQUILO EM QUE É BOM
No que
é que você é especialmente bom e gosta de fazer? Regularmente fazer
coisas em que você é bom, reforça a crença nas suas habilidades e pontos
fortes. Proponha-se a fazer aquilo que faz bem e que gosta, reforce-se e
elogie-se a si mesmo. Perceba como é que faz essas coisas, em que estado se
encontra quando se sente energizado? Quando se sente em uníssono com a tarefa,
o que é que diz para si mesmo, quais são as suas expetativas, qual é o seu
estado de ânimo? Ninguém é bom em tudo o que faz, e igualmente ninguém é mau em
tudo o que faz. Tente não utilizar qualificações de si mesmo do género tudo ou
nada. Perceba que existem coisas que faz muito bem, leve isso em consideração.
DEFINA METAS
De acordo com um estudo feito na
Universidade Virginia Tech, 80% dos americanos dizem que não têm metas. E as
pessoas que estabelecem regularmente os seus objetivos ganham nove vezes
mais ao longo das suas vidas, comparativamente aos que não os estabelecem.
Ao definir metas claras, práticas e exequíveis, você tem um alvo em
direção ao qual se pode movimentar. Com o estabelecimentos de metas, os passos
e acções que faz estão direcionados para a obtenção de um resultado.
Quando você tomar um conjunto de medidas para alcançar esse objetivo
(claro e específico), irá construir mais confiança e autoestima nas suas habilidades para
seguir em frente.
AJUDE OS OUTROS A SENTIREM-SE BEM
Ajude alguém ou ensine-lhe algo. Quando
você ajuda outras pessoas a sentirem-se melhor e a gostarem
delas, certamente irá fazer você sentir-se bem consigo mesmo. Veja o que
você pode fazer para os outros se sentirem bem ou estimulá-los a sorrir. Talvez
dando-lhes um verdadeiro elogio, ajudando-os com alguma coisa ou dizendo-lhes
que você os admira. A interação social, a convivência e a interajuda, são
fundamentos e pilares de construção da felicidade de cada um de nós. São fatores de
promoção de bem-estar, pois enquanto seres humanos somos seres gregários, por
outras palavras temos a necessidade de viver em grupo e em contacto como
outros. O contacto e a partilha são duas condições necessárias ao bom
desenvolvimento e crescimento saudável. É na interação e contacto humano que se
fundamenta a vida. Os laços e os sentimentos que se criam são promotores
da autoestima e auto-confiança.
OBTENHA CLAREZA NAS VÁRIAS ÁREAS DA VIDA
Esforce-se para obter clareza
nas áreas de vida que precisam mais da sua atenção. A sua auto-estima
está relacionada com o seu auto-conceito em todas as áreas importantes da sua
vida. Anote todas as categorias principais da sua vida (sentimental, financeira,
profissional, social, pessoal, familiar, sexual, entre outras). Em seguida,
avalie numa escala de 1-10 em cada área. Trabalhe nas categorias que
pontuou mais baixo. Cada área afeta as outras áreas. Desta forma invista na obtenção
de um melhor bem-estar nas áreas de vida que percepciona como menos
satisfatórias, analise os pontos fracos e fortes e elabore uma forma de
poder minimizar o problema ou melhorá-lo. Por vezes, um dos erros comuns que as
pessoas comentem é percepcionar algumas áreas da sua vida como tendo
necessidade de melhorar, para isso iniciam algumas acções, e se passado algum
tempo verificam que não melhoram, desistem. Alerto para o facto de que algumas
alterações e/ou melhorias levam tempo a surtir efeito, pelo que não deve
esperar uma melhoria repentina, mas sim a médio ou longo prazo.
CONSTRUA UM PLANO
Ter um objetivo por si só, pode não surtir
o efeito desejado. Deverá tentar esclarecer-se do que é necessário para
conseguir realizar os objectivos a que se propõe. Um dos principais motivos para
alguns de nós ficarmos pelo caminho ou vermos a nossa vontade paralisada para
realizar algo, deve-se ao facto de não construirmos um plano para alcançar os
objetivos desejados.Por vezes não sabemos o próximo passo a ser
dado, movimentamo-nos ao acaso, não tendo uma noção correta para onde nos
dirigimos ou se nos estamos a afastar daquilo que queremos. Quando você se
propõe a confeccionar um bolo, certamente terá muito mais sucesso se seguir as
instruções claras e específicas da receita, do que jogar ingredientes
aleatoriamente para dentro da taça.
MOTIVE-SE
Leia algo inspirador, oiça uma música que o
energize, converse com alguém que possa elevar o seu espírito. Procure algo que
o possa motivar para se tornar uma pessoa melhor, para viver mais
conscientemente, e para tomar medidas preventivas no sentido de criar uma vida
melhor para si e para os outros. Tente perceber aquilo que mexe
consigo, que lhe fornece energia, que o faz levantar-se cedo da cama, que lhe
dá uma vontade enorme de concretizar e realizar algo. Se não consegue encontrar
ou sentir isso, imagine para si o que gostaria de fazer. Podem ser pequenas coisas ou grandes
coisas, isso não é o mais importante, o que realmente importa é perceber como é
que se energiza e onde pretende colocar essa energia. Normalmente as duas
coisas encontra-se juntas, ou seja, aquilo que nos dá energia é exatamente
aquilo onde queremos aplicar a nossa energia. É como que um feedback positivo,
começamos a gostar de fazer algo, ou imaginamos fazer algo, e ao propormo-nos a
fazer, automaticamente, gera-se mais vontade de continuar. Desta forma,
motivar-se para fazer algo é sempre uma estratégia de ganhar/ganhar.
AFIRMAÇÕES
Use
afirmações, mas de forma adaptativa. Não me refiro a afirmações em vão, vazias
e ocas, onde nos limitamos a dizer umas quantas coisas positivas na esperança
que isso funcione. As afirmações são muito capacitadoras e orientadoras, mas
apenas se forem suportadas e acompanhadas de ações. Sentado no sofá e dizendo:
“Estou muito motivado e energizado para produzir” apenas esta frase não
acrescentará nada à sua vida. Diga algo como “Eu estou sentado aqui neste sofá,
sinto-me improdutivo, será isto o ideal para mim? O que é que eu poderia
fazer?” A sua afirmação tem que ser sentida e coerente com aquilo que pretende
realizar. Assim que você seja honesto consigo mesmo, proponha-se a fazer algo,
mesmo que seja um pequeno passo, faça alguma coisa de acordo com a sua
afirmação.
DEIXE DE COMPARAR-SE
Pare de se comparar a outras pessoas. Uma
baixa autoestima decorre do sentimento de sentir-se inferior aos outros. Por
exemplo, se você fosse a única pessoa no mundo, você acha que poderia ter
uma baixa autoestima? A autoestima só entra em cena quando há outras pessoas à
nossa volta e percebemos que somos inferiores. Não se preocupe com o que seu
vizinho está fazendo.Perceba o que quer, daquilo que é capaz, e eventualmente o que tem
de melhorar ou mudar para alcançar os seus objetivos ou sonhos. Ainda que todos nós possamos ter um
tendência quase inata para a comparação, tente relativizar o máximo que
conseguir quando sentir que se está a comparar. Podemos ter algumas
pessoas que nos sirvam como modelo, mas se assim for, isso deverá servir para
perceber em que deveremos trabalhar ou desenvolver para nos aproximarmos
daquilo que queremos e não para nos depreciarmos. Certamente que se nos
comparamos com alguém que nos serve de modelo, estaremos provavelmente alguns
passos atrás. Se accionarmos uma visão construtiva e positiva iniciaremos um
conjunto de açções, passo a passo, pouco a pouco seguiremos para a
obtenção do resultado desejado.
A
reter: A
autoestima vem do domínio de si mesmo. Quanto mais coisas você se propuser,
quanto mais coisas for conseguindo realizar (mesmo as pequenas coisas) e passo
a passo for obtendo êxito, mais confiança vai crescendo em você, sedimentando a
sua autoestima. O seu nível de autoestima afeta a sua felicidade e tudo que você faz.
IMPULSIONE A SUA AUTOESTIMA
Se até aos dias de hoje, e apesar de todos
os seus esforços não tem vindo a conseguir melhorar a sua autoestima, e
gostaria de ter acesso a algo mais aprofundado e orientador, passo a passo,
quero dar-lhe a conhecer a minha palestra em vídeo: Como Melhorar a Autoestima e
Autoconfiança. Para ficar a saber mais.
Abraço,
Miguel
Lucas
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