HOJE COMEÇA UMA CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO E DE PREVENÇÃO DE CÂNCER DE MANA CHAMADA DE OUTUBRO ROSA. E FOI HOJE TAMBÉM QUE TOMEI O MAIOR SUSTO DA MINHA VIDA E DECIDI... ESTOU MUDANDO DE VIDA E DE HÁBITOS MAIS AINDA E EM DEFINITIVO.
NA MINHA CABEÇA LEIGA "CÂNCER DE MAMA" ERA APENAS HEREDITÁRIO E AO VER QUE O MAIOR FATOR DE RISCO SOU EU E MEUS MAUS HÁBITOS.
AMO MINHA VIDA, AMO VIVER. CÂNCER NÃO. JÁ PERDI MUITO TEMPO, MAS NUNCA É TARDE PARA ASSUMIR UM ERRO E MUDAR A NOSSA HISTÓRIA.
O Outubro Rosa
O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de promover a conscientização sobre a doença e compartilhar informações sobre o câncer de mama.
Desde 2010, o INCA participa deste movimento, promovendo espaços de discussão sobre o controle do câncer de mama e divulgando e disponibilizando seus materiais informativos, trazendo qualidade para o debate, tanto para os profissionais de saúde quanto para a sociedade.
Outubro Rosa 2014
Em 2014, a campanha do INCA no Outubro Rosa têm como objetivos:
• Divulgar informações sobre câncer de mama;
• Abordar mitos e verdades sobre prevenção e detecção precoce da doença;
• Informar sobre benefícios e riscos da mamografia de rastreamento, possibilitando que a mulher tenha mais segurança para decidir sobre a realização do exame.
Em 2014, a campanha do INCA no Outubro Rosa têm como objetivos:
• Divulgar informações sobre câncer de mama;
• Abordar mitos e verdades sobre prevenção e detecção precoce da doença;
• Informar sobre benefícios e riscos da mamografia de rastreamento, possibilitando que a mulher tenha mais segurança para decidir sobre a realização do exame.
Câncer de mama
Em 2014, para o Brasil, são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama.
Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores estão relacionados ao câncer de mama. Ser mulher e envelhecer são os principais fatores que aumentam o risco.
| Fatores ambientais • Obesidade, principalmente após a menopausa; • Sedentarismo (não fazer exercícios); • Sobrepeso; • Consumo de bebida alcoólica; • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X). | Fatores hormonais • Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos; • Não ter tido filhos; • Primeira gravidez após os 30 anos; • Não ter amamentado; • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos; • Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos. | Fatores genéticos • História familiar de câncer de mama e ovário, principalmente em parentes de primeiro grau antes dos 50 anos; • Alteração genética; • A mulher que possui um desses fatores genéticos tem risco elevado para câncer de mama. |
A presença de um ou mais desses fatores de risco não significa que a mulher terá necessariamente a doença.
Amamentação, prática de atividade física e alimentação saudável com a manutenção do peso corporal são fatores de proteção e estão associados a um menor risco de desenvolver a doença.
Detecção precoce
É importante que as mulheres, independentemente da idade, conheçam seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. Ao identificarem alterações suspeitas, devem procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação profissional.
Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que a mulher faça exames de rotina de acordo com a sua idade. Esses exames podem ajudar a identificar o câncer antes de a pessoa ter sintomas. No Brasil, as orientações para detecção precoce do câncer de mama são:
Mulheres de 40 a 49 anos
Realizar o exame clínico das mamas anualmente.
Realizar o exame clínico das mamas anualmente.
Mulheres de 50 a 69 anos
Realizar exame clínico das mamas anualmente e mamografia a cada dois anos.
Mulheres com risco elevado para câncer de mama (caso na família de câncer de mama masculino; ter parente de primeiro grau [mãe, irmã, filha] que teve câncer de mama antes dos 50 anos; parente com câncer de mama bilateral (nas duas mamas) ou no ovário, em qualquer idade)Realizar exame clínico das mamas anualmente e mamografia a cada dois anos.
Conversar com o seu médico para avaliação do risco e decidir a conduta a ser adotada.
Quais os benefícios e riscos da mamografia?
Antes dos 50 anos, as mamas são mais firmes e têm menos gordura (mamas densas), o que torna a mamografia limitada para identificar alterações. Por este motivo, quando o exame é realizado antes da faixa etária recomendada, pode trazer alguns riscos. No entanto, a mamografia de rastreamento pode trazer riscos para mulheres de todas as faixas etárias, como:
Antes dos 50 anos, as mamas são mais firmes e têm menos gordura (mamas densas), o que torna a mamografia limitada para identificar alterações. Por este motivo, quando o exame é realizado antes da faixa etária recomendada, pode trazer alguns riscos. No entanto, a mamografia de rastreamento pode trazer riscos para mulheres de todas as faixas etárias, como:
- Resultados incorretos: suspeita de câncer de mama, que requer outros exames, sem que se confirme a doença (esse alarme falso gera ansiedade e estresse) ou resultado normal, quando existe o câncer (esse erro gera falsa segurança à mulher).
- Ser diagnosticada e tratada, com cirurgia (retirada parcial ou total da mama,) quimioterapia e radioterapia, de um câncer que não ameaçaria a vida: isso ocorre em virtude do crescimento lento de certos tipos de câncer de mama, ou no caso de pacientes acima de 70 anos.
- Exposição aos Raios X: raramente causa câncer, mas há um discreto aumento do risco quanto mais frequente é a exposição.
Em caso de resultado alterado no exame clínico das mamas, a mamografia é indicada e, neste caso, ela é considerada "mamografia diagnóstica".
Clique aqui para ter mais informações sobre as ações de controle do câncer de mama no Brasil e sobre as orientações para detecção da doença
Exposição “A mulher e o câncer de mama”
A exposição A Mulher e o Câncer de Mama no Brasil aborda aspectos históricos, médicos e culturais das mamas, com atenção especial ao câncer e às ações para o seu controle no Brasil.
A exposição, resultado da parceria entre o INCA e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é composta por 22 painéis e foi lançada em outubro do ano passado nas versões física e digital. A versão física foi lançada na Fiocruz, no Rio de Janeiro. A digital foi lançada na Nave do Conhecimento do Parque de Madureira, também no Rio, durante a programação organizada pelo INCA em apoio ao Outubro Rosa.
O projeto é itinerante e a exposição pode ser cedida para exibição física ou digital, mediante autorização do INCA e da Fiocruz. Seu conteúdo não pode ser alterado. Os interessados em contar com a exposição podem entrar em contato com o INCA pelo e-mail atencao_oncologica@inca.gov.br. Os pedidos devem ser feitos com, no mínimo, um mês de antecedência.
| QUALIDADE EM MAMOGRAFIA |
O INCA desenvolveu, em 2006, um Programa de Qualidade em Mamografia (PQM) com a finalidade de assessorar os estados e municípios na implantação de ações de controle de qualidade das mamografias.
No final de 2006, o INCA propôs um Projeto Piloto de Qualidade em Mamografia a ser realizado em diferentes regiões do país e em parceria com o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Avon.
O projeto foi executado entre 2007-2008 e permitiu consolidar uma estratégia de controle e garantia da qualidade passível de ser aplicada nos serviços de mamografia em todo o território nacional. Este modelo de programa foi apresentado ao Ministério da Saúde e, posteriormente, utilizado para elaborar o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM) instituído pela Portaria nº 531 do Gabinete do Ministro (GM) de março de 2012.
Esta Portaria foi revisada e uma nova portaria foi publicada em novembro de 2013 como Portaria nº 2.898 do Gabinete do Ministro (GM).
Objetivo do Programa
O PNQM tem por objetivo avaliar o desempenho da prestação dos serviços de diagnóstico por imagem que realizam mamografia, com base em critérios e parâmetros referentes à qualidade da estrutura, do processo, dos resultados, da imagem clínica e do laudo.
O programa tem abrangência nacional e se aplica a todos os estabelecimentos de saúde públicos e privados que realizam mamografia e que sejam vinculados ou não ao Sistema Único de Saúde (SUS).
O PNQM é gerenciado pelo Ministério da Saúde e executado pelas Vigilâncias Sanitárias locais e Anvisa, INCA e CBR.
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Entre 2007 e 2008, foi implantado um Projeto Piloto de Qualidade em Mamografia no estado da Paraíba (foto) e nas cidades de Belo Horizonte-MG, Goiânia-GO e Porto Alegre-RS. A escolha desses locais obedeceu aos seguintes critérios: identificar um local em pelo menos uma região do país onde já existem iniciativas de qualidade de mamografia; ter um compromisso dos gestores de saúde com a qualidade da mamografia e a disponibilidade de taxas de incidência e mortalidade por câncer de mama relativamente altas para a região.
De acordo com esses critérios, esse Projeto Piloto foi implantado, de março de 2007 a agosto de 2008, em 53 serviços de mamografia do SUS no estado da Paraíba e nas cidades de Belo Horizonte, Goiânia e Porto Alegre.
Ao final do projeto, identificou-se a necessidade de prosseguir com as ações de controle da qualidade da mamografia em todo o país como um Programa Nacional de Qualidade em Mamografia.
Resultados do Piloto de Mamografia
Os 53 serviços de mamografia do SUS avaliados encontravam-se assim distribuídos: 11 no estado da Paraíba, 18 em Belo Horizonte, 13 em Goiânia e 11 em Porto Alegre.
Os resultados das avaliações realizadas nesses serviços de mamografia mostraram que a metodologia aplicada no âmbito do projeto Piloto, baseada na avaliação de infraestrutura, processos e resultados, foi capaz de fornecer informações importantes para a caracterização do grau de adequação dos serviços em relação aos requisitos de qualidade e proteção radiológica desses serviços.
Esses resultados mostraram ainda que, em relação à infraestrutura dos serviços de mamografia (sala de exame, vestimentas de proteção individual, características e instalação do mamógrafo e da processadora), o grau de conformidade foi de 66%. Para os processos que controlam a qualidade da imagem e dose de radiação a conformidade foi de 76%. Em relação às mamografias, o percentual de conformidade para os exames apresentados pelos serviços foi de 93% para o posicionamento correto e de 90% para a qualidade da imagem.
Em relação à interpretação, pelos radiologistas dos serviços, das imagens radiológicas de um conjunto de exames, o grau de concordância foi de 72% em relação a interpretação dos especialistas do Colégio Brasileiro de Radiologia.
Os resultados indicaram que aspectos relacionados à infraestrutura, dose de radiação e qualidade da imagem precisam ser aprimorados em muitos serviços. É necessário também implantar ações de capacitação continuada de técnicos e radiologistas com o objetivo de melhorar a qualidade dos exames (posicionamento da paciente e técnica radiográfica) e da interpretação radiológica.
Os resultados indicaram que aspectos relacionados à infraestrutura, dose de radiação e qualidade da imagem precisam ser aprimorados em muitos serviços. É necessário também implantar ações de capacitação continuada de técnicos e radiologistas com o objetivo de melhorar a qualidade dos exames (posicionamento da paciente e técnica radiográfica) e da interpretação radiológica.
Foram capacitados por ocasião das visitas de avaliação aos pólos do projeto piloto 126 técnicos em radiologia e 57 radiologistas, além da capacitação dos técnicos das vigilâncias sanitárias locais.
Devido ao grande número de equipamentos de mamografia existentes no país e de mamografias realizadas anualmente o INCA, para colaborar com a capacitação de tantos técnicos de mamografia, lançará, no 2º semestre deste ano, o curso a distancia “Atualização para Técnicos em Mamografia” .
DVD "Projeto Piloto de Qualidade em Mamografia"
O Projeto Piloto de Qualidade em Mamografia, realizado entre março de 2007 e setembro de 2008, avaliou 53 serviços de mamografia do SUS, em quatro pólos de diferentes regiões do país.
Conheça um pouco mais sobre os esforços pela garantia de qualidade das mamografias e sobre os resultados do piloto assistindo ao DVD “Projeto Piloto de Qualidade em Mamografia: uma parceria de sucesso”.
NA PÁGINA SOBRE SAÚDE DO NOSSO BLOG FICARÁ DISPONÍVEL : Cartilha "Câncer de mama: é preciso falar disso"
FONTE: http://www1.inca.gov.br/wcm/outubro-rosa/2014/outubro-rosa.asp
Agenda
Evento Técnico
Data: 29 de outubro
Local: Auditório Gama Filho - HCIII
Público: interno, secretarias e universidades.
8h30 - Abertura
9h - Apresentação Arn Migowski (Divisão de Detecção Precoce) sobre as diretrizes para o câncer de mama
Coffee break e lançamento dos materiais desenvolvidos para o Outubro Rosa.
Data: 29 de outubro
Local: Auditório Gama Filho - HCIII
Público: interno, secretarias e universidades.
8h30 - Abertura
9h - Apresentação Arn Migowski (Divisão de Detecção Precoce) sobre as diretrizes para o câncer de mama
Coffee break e lançamento dos materiais desenvolvidos para o Outubro Rosa.
Evento para o público em geral e pacientes
Data: 30 de outubro
Local: Palácio de Cristal – HC III
Público: pacientes, acompanhantes e organizações de mulheres.
9h30 - Abertura
Palestra1: Detecção precoce do câncer de mama - Mônica Assis (Divisão de Detecção Precoce)
Apresentação do esquete "Minha mãe é uma peça" - Voluntária Tânia Regina Martins Martinez Papasian
Palestra 2: Alimentação e prevenção - nutricionista Thainá Alves Malhão (Área de Alimentação, Nutrição e Câncer)
Apresentação de Dança do Ventre
Apresentação dos materiais de campanha desenvolvidos para o Outubro Rosa
Exposição Câncer de mama
Data: 30 de outubro
Local: Palácio de Cristal – HC III
Público: pacientes, acompanhantes e organizações de mulheres.
9h30 - Abertura
Palestra1: Detecção precoce do câncer de mama - Mônica Assis (Divisão de Detecção Precoce)
Apresentação do esquete "Minha mãe é uma peça" - Voluntária Tânia Regina Martins Martinez Papasian
Palestra 2: Alimentação e prevenção - nutricionista Thainá Alves Malhão (Área de Alimentação, Nutrição e Câncer)
Apresentação de Dança do Ventre
Apresentação dos materiais de campanha desenvolvidos para o Outubro Rosa
Exposição Câncer de mama
Distrito Federal - DF
Data: 1º de outubro – quarta-feira
Horário: 18h30
Local: Panteão da Pátria Tancredo Neves - Praça dos Três Poderes
Lançamento da campanha com acendimento sincronizado de luzes de prédios e monumentos públicos do DF na cor rosa. Serão iluminados: Congresso Nacional, Palácio do Planalto, Supremo Tribunal Federal, Biblioteca Nacional, Monumento JK, Palácio do Buriti e anexo, Catedral, Ponte JK, Palácio da Justiça, Itamaraty, Secretaria Especial de Politicas para as Mulheres da Presidência da República, Delegacia da Mulher e Câmara Legislativa.
Local: Centro Cultural Três Poderes
Abertura da exposição fotográfica “Recomeço”, (em cartaz até 09/10) de mulheres mastectomizadas de Brasília. Os convidados serão recebidos pelas heroínas da pátria Anita Garibaldi e Ana Nery. Em seguida, apresentação musical de Dona Gracinha da Sanfona e Célia Porto.
Data: 4 de outubro - sábado
Horário: 10h
Local: Feira do Guará
Roda de Capoeira: “Outubro rosa da copoeira na ginga contra o câncer de mama”
Grupo: N’golo de Capoeira – Mestre Dionísio
Data: 10 de outubro - sexta-feira
Horário: 20h
Local: Casa da Cultura do Guará - QE 23 – Área Especial do CAVE – próximo ao Kartódromo – Guará II – Telefone: 3383-7277/78
“O Guará tem compromiso com a prevenção”
Abertura da exposição Recomeço (em cartaz até 18/10), recital de poesias e apresentação musical de Dona Gracinha da Sanfona, Célia Porto e roda de capoeira com o grupo N’golo.
Data: 12 de outubro - domingo
Horário: 8h
Local: Parque da Cidade – Concentração no estacionamento 12
“Caminhada contra o Câncer de Mama” Defensoria Pública do DF
Obs: Haverá atendimento Jurídico da Defensoria Itinerante do DF
Data: 16 de outubro - quinta-feira
Horário: 10h
Local: Ala Nilo Coelho – Plenário 2 - Senado Federal
Quintas femininas
Tema: “Câncer de mama: informação transparente, decisão consciente”
Palestrantes: Dra. Carolina Fuschino – Sociedade Brasileira de Mastologia e Dr. Arn Migowski, sanitarista, epidemiologista, tecnologista da Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA).
Usuária: Lilian Marinho – Colaboradora da Rede Feminista
Data: 19 de outubro – domingo
Horário: 9h
Local: Início do Eixão Norte do Lazer - na altura do Prédio dos Correios
“Caminhada e Corrida contra o Câncer de Mama 2014"
Patrocínio: Secretaria de Esporte do DF
Quantidade de inscrições gratuitas: mil
Percursos: caminhada de 1km, corrida de 5 km e 10 km
Observações: As inscrições serão abertas na semana anterior à prova por meio da página da Secretaria de Esporte na internet. www.corredorderua.com.br
Os corredores e corredoras receberão kit contendo camiseta, chip, número de peito, sacolinha e medalha de participação. É oferecido lanche na chegada, com fruta, bolachas e suco de caixinha.
Serão oferecidos troféus aos primeiras(os) colocadas(os) nos gêneros feminino e masculino. Serão instaladas tendas dos parceiros com oferta de serviços.
Data: 23 de outubro - quinta-feira
Horário: 10h
Local: Auditório do prédio Ministério do Esporte – Esplanada dos Ministérios - Bloco A
Tema: “Prevenção e tratamento do câncer de mama: avanços e desafios”
Palestrantes: Dra. Fernanda Salum – mastologista – Secretaria de Saúde do DF e Dr. Anderson Silvestrini, oncologista – Grupo Acreditar.
Usuária: Joana Jeker – presidente da Recomeçar – Entidade de Mulheres Mastectomizadas de Brasília
Data: 30 de outubro - quinta-feira
Horário: 14h
Local: Auditório da Escola de Assistência Jurídica da Defensoria Pública. Setor Comercial Sul – Edifício Venâncio 2000 - Quadra 8 – 2º andar – Telefone: 2196.4409
Tema: “Reconstrução mamária”
Palestrantes: Dra. Kátia Torres, cirurgiã plástica, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica do DF, Dr. Daniel Barbalho, mastologista do Hospital Sírio Libanês, unidade Brasília, e Dr. Ricardo Caponero, oncologista e presidente do Conselho Técnico da Femama.

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