Oláaaaa!!!
Já mostrei cientificamente o que
é a Obesidade, mas faltou a minha visão, tudo que sinto e penso em relação a
esta Doença que tenho. Hoje tenho 36 anos e consigo encarar e reconhecer que tenho esse problema e estou lidando com ele e solucionando-o aos poucos, sem pressa, mas defenitivamente, nasci em São Paulo, na região da
Freguesia do Ó, com muito orgulho, daí minha natureza São-paulina e meu Amor
pela minha escola de samba: Rosas de Ouro minha Escola do Coração. Não nasci
obesa e sim com as características de um bebê comum, ou seja, “Magrelita”,
mesmo tendo o fator hereditário e genético presentes, pois família da minha mãe tem tendência à obesidade. Na primeira
infância tive vários problemas de saúde tomei muita medicação e acabei por
fazer uso de muitas vitaminas, para me fortalecer e ganhar peso. Comecei a ficar gordinha após os quatro anos de idade
e desde então, vários regimes, restrições alimentares, dietas, chamem como quiser e assim ia seguindo a minha vida. Na adolescência
comecei a ficar muito gordinha e fiz alguns regimes malucos, entre 12 aos 13
anos e emagreci muito rápido e fiquei
bem, mas depois dos 14 anos minha vida foi engordar e engordar e ai
começou o efeito sanfona e o mergulho no meu esconderijo, minha queda. O que mais me prejudicou foi à falta de confiança em
mim, então me escondia atrás do excesso de peso, demorou muito tempo para que
eu chegasse a essa conclusão. Seriam capazes de imaginar a quantidade de Buling que sofri, nos
anos 80 e sofro até hoje? Garanto que foram muitos e terríveis, mas sobrevivi a todos eles. Antigamente eu não tinha nenhuma consciência da
minha condição, do que sentia ou pensava, na verdade nem parava pra pensar e sim executava e me agarrava a minha Ansiedade
e agia indo sempre nos mesmos lugares buscar conforto e consolo naqueles
momentos de tristeza, ou seja, corria para: cozinha, armários, geladeira, lojas
de doce, enfim, ao invés de verificar o que realmente estava passando dentro da
minha mente e coração... eu comia, mas não comia somente um doce, junto com ele
vinha amargura, raiva, inconformidade, violência contra mim, uma forma de
punição contra minha fraqueza, comigo mesma, na verdade falta coragem de
encarar frente a frente duas coisas Eu e o Espelho. Ser ou estar obeso é muito
ruim, pois somos julgadas contra nossa aparência e não pelo que sabemos ou
somos.
Na primeira foto tinha 04 anos como Primeira Princesa da Primavera, na cidade de Francisco Morato - SP , na segunda no almoço com os primos, estou de preto tinha 06 anos e na terceira no sítio e brincando com os primos sou a mais alta tinha apenas 11 anos, mas já com aspecto de fadiga e cansaço, tristeza, assim estava nesse dia.
Bem, como estou na fase dos anos
Oitenta, me lembrei de uma música que se encaixa perfeitamente no que estou
dizendo hoje, analise você mesmo a letra:
Música: Viagem Ao Fundo do Ego
Banda: Egotrip
Há um lugar místico em mim
Algo assim, bem escondido
Um planeta inexplorado
Um horizonte perdido
Me embrenhei na mata virgem
Como um nativo zumbi
Mergulhei fundo no oceano
Como um Jacques Cousteau parti
Explorador sem experiência
Marinheiro de primeira viagem
Embarquei de peito aberto
Levando só a coragem
[Refrão]
Coragem pra enfrentar
Frente a frente eu comigo
Como se enfrenta um irmão
No exército inimigo
Coragem pra encarar
Frente a frente eu no espelho
Como se encontra um irmão
Que lhe nega um conselho
Quase no fim da estrada
Uma voz veio me dizer
Se você quer me seguir, cuidado
Não vai gostar do que vai ver
E a volta foi difícil
Retornei de mãos vazias
Nessa minha egotrip
Não fui Davi, nem fui Golias
Explorador sem experiência
Viajante sem bagagem
Perdi tudo o que eu tinha
E o que eu tinha era só a coragem
Algo assim, bem escondido
Um planeta inexplorado
Um horizonte perdido
Me embrenhei na mata virgem
Como um nativo zumbi
Mergulhei fundo no oceano
Como um Jacques Cousteau parti
Explorador sem experiência
Marinheiro de primeira viagem
Embarquei de peito aberto
Levando só a coragem
[Refrão]
Coragem pra enfrentar
Frente a frente eu comigo
Como se enfrenta um irmão
No exército inimigo
Coragem pra encarar
Frente a frente eu no espelho
Como se encontra um irmão
Que lhe nega um conselho
Quase no fim da estrada
Uma voz veio me dizer
Se você quer me seguir, cuidado
Não vai gostar do que vai ver
E a volta foi difícil
Retornei de mãos vazias
Nessa minha egotrip
Não fui Davi, nem fui Golias
Explorador sem experiência
Viajante sem bagagem
Perdi tudo o que eu tinha
E o que eu tinha era só a coragem
Amigos amanhã têm mais, apenas retratei a década de 80, com 36 anos
imaginem tenho mais duas décadas para contar pra vocês. E agora o que me diz das
sua primeira e segunda infância ou até mesmo a adolescência? Sua hora de
dividir conosco suas experiências.
Pesquisa




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