sábado, 11 de julho de 2015

AQUEÇA SEU CORAÇÃO - DA SÉRIE EU E VOCÊ SOLIDÁRIOS - DOE AGASALHO


                         


A Campanha
A Campanha do Agasalho é uma iniciativa do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo - FUSSESP, tendo como parceiros todas as Secretarias de Estado, empresários e a sociedade civil.
O FUSSESP, com o apoio dos diversos segmentos da sociedade, planeja estratégias, estabelece locais de arrecadação e coordena ações para ajudar milhares de famílias carentes a enfrentar o inverno com mais segurança, dignidade e calor humano.
As doações são encaminhadas às entidades assistenciais, hospitais, albergues da Capital e de todos os Municípios do Estado de São Paulo.
Para outras informações ligue (11) 2588-5839 / 2588-5781 / 2588-5743.

Locais de Doação
Pesquisa de locais:
 http://www.campanhadoagasalho.sp.gov.br/conteudo/locais.aspx
ALGUNS LOCAIS DE DOAÇÃO:
16° BPM/M -
End: Av. Corifeu de Azevedo Marques, 4082
CEP: 05340-002

19° Grupamento de Bombeiros -
End: R. Culto a Ciência, 25
CEP: 45861-376

19º BPM/M -
End: Av. Prof. Luis de Ignacio A. Mello 8301
CEP: 03154-000

1ª DELEGACIA DE DEFESA DA MULHER -
End: RUA BITTENCOURT RODRIGUES 200
CEP: 01017-010

1º DISTRITO POLICIAL DE HORTOLÂNDIA -
End: Rua Ercílio Antônio Meira
CEP: 13185-220

1º. DISTRITO POLICIAL DE SBD’OESTE -
End: Rua Santa Bárbara nº 392, Centro
CEP: 13450-000

1º. DISTRITO POLICIAL DE SUMARÉ -
End: José Maria Barroca nº 369, Centro
CEP: 13170-021

2ª Seccional de Polícia - Decap -
End: Av Eng. Luiz Carlos Berrini,900
CEP: 

2º DISTRITO POLICIAL DE HORTOLÂNDIA -
End: Avenida Santana nº 219, Jd. Amanda I
CEP: 13188-000

2º. DISTRITO POLICIAL DE SBD’OESTE -
End: Avenida da Indústria 260 Jardim Pérola
CEP: 13450-000

2º. DISTRITO POLICIAL DE SUMARÉ -
End: Rua Quirilo Ravagnani nº259,Jd. São Domingos
CEP: 13174-110

3ª SECCIONAL DE POLÍCIA - OESTE -
End: RUA DEPUTADO LACERDA FRANCO 372
CEP: 05418-001

3º DISTRITO POLICIAL DE SUMARÉ -
End: Avenida Minas Gerais nº123,Nova Veneza
CEP: 13177-030

3º. DISTRITO POLICIAL DE SBD’OESTE - 
End: Rua Cariris s/nº esquina com a Rua dos Tucanos Jd São Francisco II
CEP: 13457-036

49º Batalhão de Polícia Militar do Interior -
End: Rua Barão do Rio Branco, 318
CEP: 13201-670

4º. DISTRITO POLICIAL DE AMERICANA -
End: Rua Álvaro Lins nº 60 Jd. Ns Aparecida
CEP: 13474-467

4º. DISTRITO POLICIAL DE SUMARÉ -
End: Rua Santo Inácio de Loyola, nº 185, Jardim das Oliveiras
CEP: 13179-180

5º. DISTRITO POLICIAL DE SUMARÉ -
End: Rua Luciano Ramos Ayala nº 537, Jd Denadai (Nova Veneza)
CEP: 13181-460

AAERLESTE Associação das Autoescolas Regional Leste - Vila Ré
End: RUA ITINGUCU, 1889 - 2° Andar - Cj 07
CEP: 03658-011

Academia Raia Livre -
End: Rua Maracá, 40
CEP: 04313-210

 
Academia SCM -
End: Av. Antº Carlos Couto Barros, 994/B - Sousas
CEP: 13105-000

AFRESP - Regional ABCD/ S. Bernardo do Campo -
End: Rua Dr. Dupré, 50 - Nova Petropolis
CEP: 09770-030

AFRESP - Associação dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo -
End: Avenida Brigadeiro Luis Antonio, 4843
CEP: 01401-002

AFRESP - Regional Araçatuba -
End: Rua São Paulo, 538 - Vila Mendonça
CEP: 16015-130

AFRESP - Regional Araraquara -
End: Avenida Espanha, 188 - 1º andar
CEP: 14801-130

FONTE:http://www.campanhadoagasalho.sp.gov.br/

90 MINUTOS GANHA-SE UM JOGO - DA SÉRIE EU E VOCÊ SOLIDÁRIOS - DOE PLAQUETAS


UMA PARTIDA DE FUTEBOL DURA 90 MINUTOS, IMAGINE VOCÊ MARCAR UM GOL DE PLACA DOANDO PLAQUETAS, LEVA SÓ 90 MINUTOS E VOCÊ SALVA UMA VIDA.
                             
                 



Conhecendo a Doação de Plaquetas

Do que é composto o sangue? Muitos não sabem, mas além dos glóbulos vermelhos, ele também contém glóbulos brancos, plaquetas e plasma. As plaquetas são fragmentos celulares provenientes da medula óssea e sua principal função é participar do processo da coagulação, responsável pela suspensão das hemorragias.

A doação de plaquetas pode ser feita a partir de uma doação normal, em que cada doador dá origem a uma unidade de plaquetas, ou com a utilização de equipamentos específicos que executam um procedimento denominado plaquetaférese, em que somente este componente é retirado do doador, possibilitando doações em maior quantidade e em menores intervalos de tempo.

Qual a sua importância?
Pacientes com câncer sofrem redução do nível de plaquetas no sangue em decorrência do tratamento oncológico e por conta do próprio câncer. "No A.C.Camargo, 60% das transfusões realizadas são exclusivamente desse componente. Uma doação de plaqueta por aférese produz cerca de seis unidades de plaquetas, o que equivale a seis doações de sangue convencionais", explica Dr. Rafael Colella, Diretor doBanco de Sangue do A.C.Camargo Cancer Center.

A doação de plaquetas por aférese também garante maior segurança ao paciente, pois ele recebe a doação de menos indivíduos, reduzindo o risco transfusional, principalmente no que se refere à transmissão de doenças infecciosas e sensibilização.

Como funciona?
Para doar plaquetas, o doador vai passar pela mesma triagem de uma doação de sangue, em que é realizada a avaliação clínica e hematológica. Há apenas duas ressalvas antes da doação:
  • O doador deve passar por uma contagem de plaquetas. É necessário que o doador tenha uma quantidade mínima de plaquetas para que o procedimento possa gerar o rendimento esperado.
  • O acesso venoso do doador de calibre apropriado, de forma a produzir um fluxo adequado de sangue para o equipamento.
A doação de plaquetas por aférese é realizada em um equipamento específico, programada para retirar do sangue apenas a porção necessária. O sangue do doador entra na máquina com todos os componentes, é centrifugado no mesmo momento, sendo as plaquetas retiradas, e devolvido ao doador pelo mesmo acesso os componentes remanescentes. Este procedimento leva mais tempo que uma doação normal, durando um pouco mais de uma hora.

Quem pode doar?
Os pré-requisitos para ser um doador de plaquetas são muito semelhantes aos de uma doação de sangue. Não há riscos para o doador e não são necessários cuidados específicos após a doação. As diferenças de compatibilidade de tipos sanguíneos também é a mesma, mas isto não causa qualquer impacto.

É importante ressaltar apenas duas diferenças: o doador de plaquetas deve ter mais de 60kg e não ter utilizado anti-inflamatórios pelo menos cinco dias antes da doação.

Qual o intervalo de tempo para doar novamente?

Após 48 horas da doação, o organismo já repôs a quantidade de plaquetas retirada. Dr. Colella explica que, de qualquer maneira, é importante esperar pelo menos uma semana para fazer uma nova doação. Além disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária determina que uma pessoa só pode doar plaquetas até no máximo 24 vezes por ano. Ou seja, na média, duas vezes por mês.

Conheça o Banco de Sangue do A.C.Camargo Cancer Center e agende a sua doação!

Dr. Rafael Colella - CRM/SP 30942
Diretor do Banco de Sangue do A.C.Camargo

FONTE:http://www.accamargo.org.br/saude-prevencao/artigos/conhecendo-a-doacao-de-plaquetas-/84/

MAIS INFORMAÇÕES

Doação de Plaquetas

Plaquetas
O sangue é composto de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, plasma e plaquetas. As plaquetas ajudam no controle de sangramentos e parte delas pode ser doada sem causar prejuízo algum à saúde do doador. O processo que permite a separação e a coleta específica de plaquetas chama-se aférese.
O procedimento de coleta de plaquetas por aférese consiste na retirada do sangue total do doador, separação dos componentes por meio de centrifugação, retenção de parte das plaquetas e retorno dos demais componentes do sangue para o doador. Todo o processo dura cerca de 90 minutos.
A doação de plaquetas beneficia muitos pacientes, especialmente aqueles em tratamento para leucemias e outros tipos de câncer, os submetidos a transplante de medula óssea, a cirurgias cardíacas, as vítimas de trauma, dentre outros. Pode ser realizada a cada 72 horas, não ultrapassando 24 doações em 12 meses. A reposição das plaquetas pelo organismo é rápida e ocorre em torno de 48 horas.
Quem pode doar plaquetas?
Os mesmos requisitos exigidos para doação de sangue também são aplicados para a doação de plaquetas por aférese. Entretanto, é necessário que o doador seja avaliado previamente quanto às condições de acesso venoso necessárias para a realização do procedimento. A correlação peso e altura do doador também deve ser avaliada. Além disso, o doador não deve ter feito uso de aspirina, AAS ou anti-inflamatórios não hormonais nos cinco dias que precedem a doação.
Outras informações e agendamento: 4573-7500, nos ramais 7510 ou 7621 ou pelo Alô Pró-Sangue 0800-55-0300. Se preferir, envie uma mensagem para doadores.especiais@prosangue.sp.gov.br.
FONTE:http://www.prosangue.sp.gov.br/artigos/doacao_de_plaquetas
                              

HIV, MELHOR COMPREENDER PARA EVITAR

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VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA HIV?

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações. 
Biologia – HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.

HIV e aids

Atualmente, ainda há a distinção entre grupo de risco e grupo de não risco?
Essa distinção não existe mais. No começo da epidemia, pelo fato da aids atingir, principalmente, os homens homossexuais, os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos, eles eram, à época, considerados grupos de risco. Atualmente, fala-se em comportamento de risco e não mais em grupo de risco, pois o vírus passou a se espalhar de forma geral, não mais se concentrando apenas nesses grupos específicos. Por exemplo, o número de heterossexuais infectados por HIV tem aumentado proporcionalmente com a epidemia nos últimos anos, principalmente entre mulheres.

O que se considera um comportamento de risco, que possa vir a ocasionar uma infecção pelo vírus da aids (HIV)?
Relação sexual (homo ou heterossexual) com pessoa infectada sem o uso de preservativos; compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas injetáveis; reutilização de objetos perfurocortantes com presença de sangue ou fluidos contaminados pelo HIV.

Qual o tempo de sobrevida de um indivíduo portador do HIV?
Até o começo da década de 1990, a aids era considerada uma doença que levava à morte em um prazo relativamente curto. Porém, com o surgimento do coquetel (combinação de medicamentos responsáveis pelo atual tratamento de pacientes HIV positivo) as pessoas infectadas passaram a viver mais. Esse coquetel é capaz de manter a carga viral do sangue baixa, o que diminui os danos causados pelo HIV no organismo e aumenta o tempo de vida da pessoa infectada.

O tempo de sobrevida (ou seja, os anos de vida pós-infecção) é indefinido e varia de indivíduo para indivíduo. Por exemplo, algumas pessoas começaram a usar o coquetel em meados dos anos noventa e ainda hoje gozam de boa saúde. Outras apresentam complicações mais cedo e têm reações adversas aos medicamentos. Há, ainda, casos de pessoas que, mesmo com os remédios, têm infecções oportunistas (infecções que se instalam, aproveitando-se de um momento de fragilidade do sistema de defesa do corpo, o sistema imunológico).
Quanto tempo o HIV sobrevive em ambiente externo?
O vírus da aids é bastante sensível ao meio externo. Estima-se que ele possa viver em torno de uma hora fora do organismo humano. Graças a uma variedade de agentes físicos (calor, por exemplo) e químicos (água sanitária, glutaraldeído, álcool, água oxigenada) pode tornar-se inativo rapidamente.


Doenças sexualmente transmissíveis

- As chances de se contrair uma DST através do sexo oral são menores do que sexo com penetração?
O fato é que nenhuma das relações sexuais sem proteção é isenta de risco - algumas DST têm maior risco que outras. A transmissão da doença depende da integridade das mucosas das cavidades oral ou vaginal. Independente da forma praticada, o sexo deve ser feito sempre com camisinha.

- Toda ferida ou corrimento genital é uma DST?
Não necessariamente. Além das doenças sexualmente transmissíveis, existem outras causas para úlceras ou corrimentos genitais. Entretanto, a única forma de saber o diagnóstico correto é procurar um serviço de saúde.

- É possível estar com uma DST e não apresentar sintomas?
Sim. Muitas pessoas podem se infectar com alguma DST e não ter reações do organismo durante semanas, até anos. Dessa forma, a única maneira de se prevenir efetivamente é usar a camisinha em todas as relações sexuais e procurar regularmente o serviço de saúde para realizar os exames de rotina. Caso haja alguma exposição de risco (por exemplo, relação sem camisinha), é preciso procurar um profissional de saúde para receber o atendimento adequado. 

- Onde se deve ir para fazer o tratamento de outras DST que não a aids?
Deve-se procurar qualquer serviço de saúde disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

- Que período de tempo é necessário esperar para se fazer a identificação de um possível caso de sífilis?
Os primeiros sintomas da sífilis são pequenas feridas nos órgãos sexuais e caroços nas virilhas, que surgem entre a 7 e 20 dias após o sexo desprotegido com pessoa infectada. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Mas, mesmo sem sintomas, a doença pode ser diagnosticada por meio de um exame de sangue. 

- Sífilis tem cura?
Sim. A sífilis é uma doença de tratamento simples que deve ser indicado por um profissional de saúde. 

- Quais as providências a serem tomadas em caso de suspeita de infecção por alguma Doença Sexualmente Transmissível?
Na presença de qualquer sinal ou sintoma de possível DST, é recomendado procurar um profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado. 

- Quais os sintomas do condiloma acuminado (HPV)?
A doença se manifesta por verrugas nos órgãos genitais com aspecto de couve-flor e tamanhos variáveis. È importante procurar um profissional de saúde, pois só ele pode indicar o melhor tratamento para cada caso. 

- Preciso de tratamento para HPV muito no início, porém, não tenho condições financeiras e tenho medo de que ele possa se tornar um verdadeiro e grande problema. Onde posso me tratar?
Diante da afirmativa do diagnóstico  de HPV, o tratamento deverá ser instituído no momento da consulta, todo o serviço público de saúde (Unidade Básica de Saúde), poderá avaliar qual tratamento a depender da fase clínica do HPV.
Ligue para o Dique Saúde (0800 61 1997) e informe-se sobre a localização da Unidade mais próxima da sua casa.

- A vacina contra o HPV está disponível no SUS?
Um comitê de Acompanhamento da Vacina, formado por representantes de diversas instituições ligadas à Saúde, avalia, periodicamente, se é oportuno recomendar a vacinação em larga escala no país. Até o momento, o comitê decidiu pela não incorporação da vacina contra o HPV no SUS.


Prevenção

Que cuidados devem ser tomados para garantir que a camisinha masculina seja usada corretamente?
Abrir a embalagem com cuidado - nunca com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la. Colocar a camisinha somente quando o pênis estiver ereto. Apertar a ponta da camisinha para retirar todo o ar e depois desenrolar a camisinha até a base do pênis. Se for preciso usar lubrificantes, usar somente aqueles à base de água, evitando vaselina e outros lubrificantes à base de óleo que podem romper o látex. Após a ejaculação, retirar a camisinha com o pênis ainda ereto, fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze de dentro da camisinha. Dar um nó no meio da camisinha para depois jogá-la no lixo. Nunca usar a camisinha mais de uma vez. Utilizar somente um preservativo por vez, já que preservativos sobrepostos podem se romper com o atrito.

Além desses cuidados, também é preciso certificar-se de que o produto contenha a identificação completa do fabricante ou do importador. Observe as informações sobre o número do lote e a data de validade e verifique se a embalagem do preservativo traz o símbolo de certificação do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia), que atesta a qualidade do produto. Não utilize preservativos que estão guardados há muito tempo em locais abafados, como bolsos de calça, carteiras ou porta-luvas de carro, pois ficam mais sujeitos ao rompimento.
Por que, em algumas situações, o preservativo estoura durante o ato sexual?
Quanto à possibilidade de o preservativo estourar durante o ato sexual, pesquisas sustentam que os rompimentos devem-se muito mais ao uso incorreto do preservativo que por falha estrutural do produto em si.

O que fazer quando a camisinha estoura?
Sabe-se que a transmissão sexual do HIV está relacionada ao contato da mucosa do pênis com as secreções sexuais e o risco de infecção varia de acordo com diversos fatores, incluindo o tempo de exposição, a quantidade de secreção, a carga viral do parceiro infectado, a presença de outra doença sexualmente transmissível, entre outras causas. Sabendo disso, se a camisinha se rompe durante o ato sexual e há alguma possibilidade de infecção, ainda que pequena (como, por exemplo, parceiro de sorologia desconhecida), deve-se fazer o teste após 30 dias para que a dúvida seja esclarecida.

A ruptura da camisinha implica risco real de infecção pelo HIV. Independentemente do sexo do parceiro, o certo é interromper a relação, realizar uma higienização e iniciar o ato sexual novamente com um novo preservativo. A higiene dos genitais deve ser feita da forma habitual (água e sabão), sendo desnecessário o uso de substâncias químicas, que podem inclusive ferir pele e mucosas, aumentando o risco de contágio pela quebra de barreiras naturais de proteção ao vírus. A presença de lesão nas mucosas genitais, caso signifique uma doença sexualmente transmissível, como a gonorreia, implica um risco adicional, pois a possibilidade de aquisição da aids aumenta. Na relação anal, mesmo quando heterossexual, o risco é maior, pois a mucosa anal é mais frágil que a vaginal.
A camisinha é mesmo impermeável ao vírus da aids?
A impermeabilidade dos preservativos é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Em um estudo realizado nos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, esticou-se o látex do preservativo, ampliando-o 2 mil vezes ao microscópio eletrônico, e não foi encontrado nenhum poro. Outro estudo examinou as 40 marcas de camisinha mais utilizadas em todo o mundo, ampliando-as 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhuma apresentou poros. Por causa disso, é possível afirmar que a camisinha é impermeável tanto ao vírus da aids quanto às doenças sexualmente transmissíveis.

Qual o procedimento adequado para uma gestante soropositiva?
Iniciar o pré-natal tão logo perceba que está grávida. Começar a terapia antirretroviral segundo as orientações do médico e do serviço de referência para pessoas que convivem com o HIV/aids. Fazer os exames para avaliação de sua imunidade (exame de CD4) e da quantidade de vírus (carga viral) em circulação em seu organismo. Submeter-se ao tipo de parto mais adequado segundo as recomendações do Ministério da Saúde. Receber o inibidor de lactação e a fórmula infantil para sua criança.


Uso de medicamentos como prevenção



O que é a PEP sexual?
PEP sexual (profilaxia pós-exposição sexual) é uma medida de prevenção que consiste no uso de medicamentos até 72 horas após a relação sexual, para reduzir o risco de transmissão do HIV (vírus da aids), quando ocorrer falha ou não uso da camisinha.

Quando a PEP sexual é indicada?
A PEP sexual é indicada somente para situações excepcionais em que ocorrer falha, rompimento ou não uso da camisinha durante a relação sexual.  
É, também, indicada em casos de violência sexual contra mulheres ou homens.

Quando a PEP sexual não é indicada?
A PEP sexual não é indicada para todos e nem deve ser usada a qualquer momento. Ela não substitui o uso da camisinha e não deve ser utilizada em exposições sucessivas, pois seus efeitos colaterais pelo uso repetitivo são desconhecidos em pessoas HIV negativas. Além disso, as pessoas que se expõem ao risco com frequência podem ter sido infectadas pelo HIV em alguma dessas exposições e necessitam de uma avaliação médica - clínica e laboratorial - cuidadosa.


Onde procurar?
A PEP sexual deve estar disponível nos Serviços de Atenção Especializada em HIV/aids (SAE), segundo recomendação do Ministério da Saúde. Veja os endereços e telefones dos SAE, em todo o país (veja mapa completo - faça a busca por estado e/ou cidade). Informe-se nesses serviços, sobre os locais disponíveis na sua cidade para o atendimento de urgência à noite e nos finais de semana.

Quando começar a PEP sexual?
A eficácia da PEP sexual diminui à medida que o tempo passa. Assim, o ideal é que você inicie o medicamento nas primeiras duas horas após a relação sexual, a partir da avaliação da equipe de saúde. O prazo máximo para início da PEP sexual é de 72 horas. Por isso, você tem o direito de solicitar atendimento no serviço de saúde.

Qual medicamento devo tomar?
Você será orientado pelo médico sobre isso. Caso o(a) seu(sua) parceiro(a) for HIV positivo(a) e esteja em uso de antirretrovirais (medicamentos para aids), é importante informar o médico sobre os medicamentos usados por ele(ela).

Durante quanto tempo devo tomar o medicamento?
O medicamento deve ser tomado durante 28 dias seguidos, sem interrupção, sob acompanhamento da equipe de saúde.

O medicamento causa efeitos colaterais?
Sim. A maioria dos medicamentos causa efeitos colaterais, que, em geral, são leves e melhoram em poucos dias. No caso de algum mal-estar durante o uso desses medicamentos, você deve procurar imediatamente o serviço de saúde para avaliação.

É preciso fazer o acompanhamento no serviço de saúde?
Sim. É muito importante fazer o acompanhamento durante as 24 semanas. Nesse período, você será acompanhado para investigar se adquiriu o HIV ou outras DST, como hepatite ou sífilis, por exemplo.

Não fique com dúvidas, esclareça todas essas questões durante a consulta com o médico.
• Se indicada a PEP sexual, nunca abandone os medicamentos. Isso pode fazer a diferença entre se infectar ou não com o HIV.
• Se tiver dificuldade para tomá-los, procure a equipe de saúde com sua receita médica em mãos.

Avaliação do risco para a PEP sexual
O profissional de saúde avaliará o risco que você teve na relação sexual e informará ao médico que indicará ou não a PEP sexual, baseado em dois critérios:
1. Tipo de relação sexual
O risco da transmissão do HIV varia, dependendo do tipo de relação sexual. 



2. Relação sexual com parceiro HIV positivo ou que desconhece que tem HIV

  •  Se você teve relação sexual com parceiro(a) fixo(a) ou ocasional que sabe que tem HIV e vocês não usaram a camisinha ou tiveram algum acidente durante seu uso;
  •  Se você teve relação sexual com parceiro(a) fixo(a) ou ocasional que é usuário de drogas, profissional do sexo, gay, travesti ou homem que faz sexo com homem, por exemplo, que não sabe que tem HIV  e vocês não usaram a camisinha ou tiveram algum acidente durante seu uso.
Fatores que aumentam o risco de transmissão sexual do HIV
Nas relações desprotegidas, seu risco de se infectar pelo HIV aumenta se:
  • Seu/sua parceiro/a sexual for HIV positivo e estiver com uma carga viral sanguínea detectável(quantidade de HIV circulando no sangue);
  • Se você apresentar qualquer tipo de ferimento ou  lesão (machucado) na região genital;
  • Se houver a presença de sangramento, como menstruação, no momento do ato sexual;
  • Se um dos parceiros apresentar uma doença sexualmente transmissível.
 FONTE:http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes-0



sexta-feira, 10 de julho de 2015

GORDURINHA GORDURÃO VAI SAINDO DE MONTÃO. POR QUE NÃO?

NÃO CONSIGO EMAGRECER! DESCUBRA 1 DOS PRINCIPAIS MOTIVOS


NÃO CONSIGO EMAGRECER! Você costuma dizer isso para você com certa frequência? Então leia este artigo com muita atenção e entenda 1 (UM) dos principais motivos de fracasso na dieta: A LAMENTAÇÃO. Será que você está cometendo esse ERRO? Vamos Descobrir…
Tenho certeza que para a maioria das pessoas, iniciar um processo de emagrecimento é retomar um projeto já muitas vezes iniciado e abandonado. Será que dá para contar quantas vezes você já tentou fazer uma dieta e não obteve os resultados que gostaria? Eu não consigo fazer essa conta, pois fiz inúmeras tentativas.

›Não Consigo Emagrecer!

Vivemos nesse ciclo de INICIA-ABANDONA-DIETAS por vários motivos. E nesse artigo pretendo falar de um que está intimamente ligado ao nosso modo de pensar e agir. Por isso, só uma intima conversa com você mesmo poderá modificar esses modos.
Não Consigo Emagrecer!
Não Consigo Emagrecer!
Estou falando da LAMENTAÇÃO.
E o que chamo de lamentação?
Para explicar melhor vou contar para vocês um encontro que tive com uma paciente no consultório…
Quando iniciamos o acompanhamento psicológico dela a principal queixa era a dificuldade de perder peso e todas as complicações emocionais que vinham junto com isso. Eu a acompanho a bastante tempo e fomos capazes de desconstruir vários modos de agir e pensar que a atrapalhavam a emagrecer. Ela obteve bons resultados.
Mas, nesse início de ano, depois de um período de férias do seu trabalho e da terapia, chegou ao consultório desmotivada. Parecia haver entregado os pontos.
Ela dizia:
Eu não sou mesmo capaz de emagrecer.
Tenho medo de tentar uma coisa nova e fracassar mais uma vez.
Odeio tal parte do meu corpo e por isso não posso usar tal tipo de roupa e ir a certos lugares.
Sou gorda, feia, como pude ser promovida no trabalho?
E continuou se lamentando, lamentando e lamentando…
A lamentação é o ato de queixar-se por um acontecimento que nos trouxe dor. No caso dos processos de emagrecimento nos lamentamos na maioria das vezes, por um deslize, um descontrole, por aquela fugidinha da dieta.
E no final do ano, duvido quem não tenha fugido dela!!!
Foi esse o caso da minha paciente. Suas festas de fim de ano duraram um pouco mais e ela recuperou um pouco de peso, o corpo já não estava funcionava tão bem quanto no período de alimentação saudável, voltou a sentir algumas dores no corpo, entre outros sintomas.
Assim ela entrou no ciclo INICIA-ABANDONA-DIETAS. Ou seja, ela iniciou uma dieta, obteve bons resultados, viveu um deslize, lamentou-se, lamentou-se, lamentou-se… e lamentando só aumentou os prejuízos para o seu corpo.

›Pare De Se Lamentar! Comece a Pensar e Agir… 

Como disse no início do texto a lamentação está ligada ao nosso modo de pensar e agir. Ou seja, não adianta ficar se lamentando e repetindo para você mesma a famosa frase:
Não Consigo Emagrecer!
É preciso pensar, agir e bater um papo com você mesma para encontrar respostas, ao invés de ficar somente se lamentando. Vamos entender isso um pouco melhor agora…
Infelizmente, no contexto sócio histórico no qual vivemos estar gordinho traz uma série de inseguranças e dificuldades cruéis para nós.  Somos levados a pensar que o gordinho é uma pessoa descontrolada, incapaz de obter sucesso, fraco, feio e mais um monte de coisas terríveis que APRENDEMOS DESDE QUE SOMOS BEM CRIANÇAS.
Pensando assim, diante de um fracasso agimos AUTOMATICAMENTE como é esperado que um gordinho aja: como um descontrolado, fracassado, feio e incapaz.
Lamentar nos mantém nesse ciclo sem fim. E como sair desse ciclo?
Ora, ao invés de se lamentar pelo deslize, bata um papo com você mesmo!
Se pergunte:
Eu realmente sou incapaz? Quantas conquistas já tive até aqui?
Quero mudar alguma coisa no meu corpo? Sei como fazer isso? (Se é leitor aqui do Obeso Emagrece, tenho certeza que sabe!!!)
Quais são minhas virtudes e habilidades? Elas dependem do formato do meu corpo?
Bata um papo com Você Mesmo!
Dê Uma Olhadinha No Espelho e Bata Um Papo Com Você Mesmo! ;)
E para suas respostas lembre-se:
  1. A primeira conquista em uma dieta deve ser saúde! O emagrecimento será consequência disso.
  2. Se você está insatisfeito com seu corpo, mude. Mas não entenda essa mudança como uma condição para ser feliz.
  3. Sua história não depende do formato do seu corpo, depende da sua disposição para batalhar pelos seus sonhos, da sua alegria, das relações que faz, do amor que se permite viver e oferecer.

›Conclusão 

Bom…
Eu ajudei a minha paciente nessa conversa com ela mesma, mas você pode fazê-la sozinha. Vá para frente do espelho, em um momento bem íntimo e tenha uma conversa dura, mas carinhosa com você.
Tenho certeza que sairá dela motivada e com as energias recarregadas para retomar seu processo de emagrecimento.
Recapitulando o que foi abordado neste artigo…
 – Fizemos uma rápida introdução e questionamos quem nunca iniciou e abandou uma dieta antes.
 – Falamos mais detalhadamente sobre a clássica lamentação – Não Consigo Emagrecer – de quem vive abandonando dietas e exemplificamos essa situação através de um caso real de uma paciente que acabou caindo nessa armadilha emocional, ou seja, o ciclo INICIA-ABANDONA-DIETAS.
 – Refletimos sobre como a carga histórica e cultural pode influenciar no processo de lamentação e nos treinar desde criança a achar normal pensar que o gordinho é um descontrolado, fracassado, feio e incapaz.
 – Propomos formas de se livrar da lamentação e passar a se dar o devido valor ao realizar exercícios diários de questionamento. Ou seja, se olhar no espelho e perguntar aquilo que realmente interessa, sempre lembrando de valorizar suas conquistas já realizadas e priorizar  o que realmente importa.

›Música Bônus

Vamos aprender um pouquinho mais com o Paulinho viola e sua música – Intitulada Lamentação – sobre a importância de não ficar apenas se lamentando, veja um trecho da música:
Sem ideal 
Esperando o carnaval 
pra matar minhas penas

Na esperança que um canto
venha sufocar meu pranto 
mas carnaval são três dias apenas
Chega de lamentação! Tenha um ideal e corra atrás dos seus objetivos ao invés de ficar “esperando o carnaval”. Busque algo sustentável a longo prazo e não uma dieta da moda… Se ainda estive muito perdido e precisando de mais orientações, se inscreva no curso 100% Grátis aqui do site  – caso ainda não esteja inscrito – e conheça uma estratégia saudável que pode ser seguida por toda sua vida. E lembre-se: pare de repetir pra você mesmo  “Eu Não Consigo Emagrecer” e comece a pensar e agir de maneira diferente! 
FONTE:http://obesoemagrece.com/nao-consigo-emagrecer/

SER OU NÃO SER? EIS A QUESTÃO

A CULPA É DO GORDO OU É A SOCIEDADE QUE O CONDENA?

Quando não conseguimos atingir nossos objetivos ficamos chateados e muitas vezes tristes, mas quando esse sentimento de frustração se transforma em sentimento de condenação o caso fica mais sério. 
Neste artigo veremos como a sociedade contribui para esta situação a partir do momento que lança o seu olhar de condenação, julgamento e cobrança quando o assunto em questão é sobrepeso e obesidade.

›Você Também Condena!

Eu acredito que muitos que estão lendo este artigo em algum momento da vida já tiveram o seguinte pensamento ao observar uma pessoa muito gorda: “Nossa que relaxo! Como que uma pessoa se permite chegar a esse estado?”
O engraçado é que muitos que assim pensam ou já pensaram, também tem ou tiveram problemas com peso, ainda assim, possuem este péssimo mal costume de condenar quem tem maiores dificuldades.
Mas calma! Não estou te julgando. Eu assumo já ter feito esse tipo de julgamento muitas vezes ao observar uma pessoa muito gorda – mesmo quando eu tinha vários quilos extras. Isso ocorre porque somos “treinados” pelos padrões sociais a exigir certos modelos estéticos, até mesmo quando não nos encaixamos em tais modelos.
›A Condenação é Dupla
A Culpa é Do Gordo Ou é a Sociedade Que o Condena?
A condenação que parte de você.
O indivíduo, além de receber todos os olhares de condenação e reprovação em relação a sua situação de “relaxo”, também recebe a condenação que surge a partir dele mesmo, graças as já tradicionais recomendações que pregam diretrizes do tipo:
Coma menos e gaste mais calorias, é tudo questão de matemática!
Ao por em prática recomendações deste tipo e não conseguir resultados mesmo seguindo tudo à risca o sujeito sente-se péssimo, entretanto, a vontade de atingir seus objetivos é tanta que ainda assim sua fé o faz ficar anos tentando seguir as clássicas recomendações, porém, sem sucesso.
Alguns acabam se conformando com a situação por acharem que nasceram para serem gordinhos mesmo. Em outros casos, a situação se agrava, o sentimento de culpa torna-se muito forte e a pessoa flagela-se emocionalmente por não aceitar-se como é de forma alguma.

›Mas a Culpa Realmente é Do Gordo?

Não! A culpa não é do gordinho, o problema é que na maioria das vezes nem ele (o gordinho!) ao menos sabe disso, acontece que a as recomendações e informações atualmente disseminadas como verdades absolutas nos incitam a pensar que comer em grandes quantidades, entregar-se a preguiça e a falta de força de vontade são as reais causas dos problemas de sobrepeso e obesidade.
Enquanto na verdade, estes problemas deveriam ser tratados como consequências ou sintomas de outros problemas muito mais preocupantes que afetam nossa saúde de forma bastante séria. A culpabilização desses indivíduos ocorre injustamente; ao mesmo tempo que os condena também os humilha e deprime. 
A relação entre causa e consequência precisa ser repensada e compreendida de outra forma: Não será o acumulo de peso um mecanismo de defesa do corpo para algo que não está funcionando direito? 
E se ao invés de estarmos ajudando as vítimas, estivermos fazendo justamente o contrário: julgando, apontando e condenando. Precisamos repensar esse comportamento urgentemente!
FONTE:http://obesoemagrece.com/culpa-do-gordo-ou-sociedade-condena/

BORAAA SE MEXER



Quatro exercícios que garantem motivação

O aparecimento rápido de resultados faz você treinar com mais disposição



Abdominal, flexão de braços, agachamento e elevação dos calcanhares são alguns tipos de ginástica que possibilitam, quando feitos da maneira correta, resultados práticos e rápidos irão aparecer e você se sentirá muito mais motivado (a). Se você está há muito tempo tentando praticar alguma atividade e nunca dá certo, esses exercícios vão descomplicar sua vida e te dar força para seguir qualquer outro programa.

- Abdominal: Deite num colchonete, talha ou tapete dobrados. Os joelhos flexionados e pés alinhados e apoiados no chão. A coluna vertebral deve estar bem alinhada ao chão e com quadril levemente encaixado. Estender os braços a frente do peito com as mãos unidas. Depois, é só subir e descer o tronco sem encostar a cabeça no chão e sem movimentá-la.

- Flexão de braços: Ajoelhe no colchonete, abra os braços e apóie as mãos no chão, alinhadas aos ombros. Encaixe o quadril para proteger a região lombar. Flexione os cotovelos como se fosse encostar o peito no chão. 

- Agachamento: Em pé, separe as pernas alinhadas com o quadril. Agache e levante como se fosse sentar em uma cadeira. Sempre contraia o abdome na hora de agachar.

- Elevação de calcanhares: Em pé, posicione na frente de uma parede ou cadeira, com as pernas levemente fechadas. Depois, eleve os calcanhares e volte sem encostá-los no chão. Repetições Inicie a primeira semana com 5 repetições para cada exercício, um dia sim e o outro não, e, vá intercalando mais 2 ou 3 a cada semana que passa. Quando estiver completando 15 repetições, meu conselho é que você faça desta forma:
1ºdia - 1x15;
2ºdia - Caminhada ou dança;
3ºdia - 2x15;
4ºdia - Caminhada ou dança;
5ºdia - Forte repetição de cada exercício;
6ºdia - Caminhada ou dança
7ºdia - DESCANSO.

Sabe o que faz a diferença para os exercícios darem resultados? Disciplina e fazê-los com gosto. EXPERIMENTE!

HIV, BOAS NOTÍCIAS SÃO SEMPRE BEM VINDAS

Vacina contra HIV tem resultado positivo em teste com macacos


Uma vacina experimental contra o HIV, desenvolvida por profissionais da Faculdade de Medicina de Harvard, nos EUA, mostrou resultados positivos em testes em macacos.
A invenção ‘duplo viral’, que impulsiona uma proteína encontrada em torno do invólucro do HIV, promete ser uma estratégia para proteger contra a infecção por este vírus em seres humanos.
Primeiro teste mostrou resultados positivos (Foto: Lise Gagne/iStock)
Na fase de testes os cientista foram capazes de proteger totalmente metade de doze macacos contra a infecção do vírus de imunodeficiência símia (VIS), parecido ao HIV que ataca os seres humanos.
Atualmente está em fase de testes um estudo clínico de fase 1 com voluntários saudáveis, para avaliar a segurança da vacina experimental.
FONTE:https://queminova.catracalivre.com.br/saude/vacina-contra-hiv-tem-resultado-positivo-em-teste-com-macacos/

Instituto testará vacina contra Aids em 200 voluntários espanhóis

Na cidade de Barcelona, na Espanha, um grupo de cerca de 200 voluntários testarão a vacina terapêutica contra a Aids. O método para prevenir a doença foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Pesquisa da Aids e se mostrou eficaz nos testes com animais.
A vacina é a primeira desenvolvida com base na resposta imunológica do corpo apresentada por um grupo reduzido de pessoas capazes de controlar a infecção por HIV sem tratamento antirretroviral.
teste_aids
Para o início dos testes, estão sendo produzidos os lotes clínicos que serão administrados para os voluntários. Os pesquisadores esperam poder iniciar os testes em humanos ao longo de 2016.
A primeira fase durará um ano e terá como objetivo deixar em experimentação a segurança e a capacidade do voluntário a ser vacinado de induzir uma resposta imunológica forte e duradoura.
A segunda fase avaliará a eficácia do método preventivo para uma cura funcional.
FONTE:https://queminova.catracalivre.com.br/saude/instituto-testara-vacina-contra-aids-em-200-voluntarios-espanhois/